segunda-feira, 6 de junho de 2016
Queimadura é toda lesão
causada por agentes térmicos, químicos, elétricos ou radioativos que agem no
tecido de revestimento do corpo, destruindo parcial ou totalmente a pele,
podendo atingir tecidos mais profundos, como o subcutâneo, o músculo, o tendão
e o osso. Normalmente as queimaduras ocorrem em crianças, que por sua
curiosidade, acabam se envolvendo em acidentes domésticos. As queimaduras podem
trazer consequências físicas, emocionais e sociais, que podem ser temporárias
ou permanentes, dependendo da gravidade. A melhor maneira de evitar as
queimaduras é através da informação e do CUIDADO.
Como evitas as
Queimaduras
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Evite o uso do álcool para fazer ou reativar o
fogo, utilize os acendedores que são mais seguros.
·
Cozinha não é lugar de criança, é lá onde acontece
a maioria das queimaduras no ambiente doméstico.
·
Tome muito cuidado com as velas, elas devem ser
usadas apenas em casos necessários e devem ser mantidas longe de objetos
inflamáveis (cortinas, tapetes e móveis de madeira).
·
Muito cuidado com as panelas no fogão, mantenha
os cabos sempre virados para dentro. Evite abrir a panela de pressão antes de
escapar todo o vapor e limpe sempre à válvula.
·
Ao preparar o banho na banheira coloque primeiro
a água fria, e sempre teste a temperatura antes de colocar a criança.
·
Tome muito cuidado com o micro-ondas, leia o
manual antes de utilizá-lo, pois alguns objetos e alimentos não podem ser
aquecidos nele. Cuidado na hora de retirar os alimentos, isso também pode
causar um acidente.
·
Cuidado com as tomadas sem proteção, fios
desencapados, instalações elétricas mal feitas e gatos na rede elétrica. Isso
pode ser o foco de um incêndio.
·
Sempre que sair de casa desligue os
eletrodomésticos e eletrônicos da tomada.
·
Evite soltar pipas e balões próximo de redes
elétricas.
·
Apanhar sol e ficar com a pele bronzeada faz
bem, porém temos que ter muito cuidado com o horário entre 10 e 16 horas.
O que fazer?
Tome a atitude correta e procure socorro médico.
O que não fazer?
·
Não toque a área afetada.
·
Nunca fure as bolhas.
·
Não tente retirar as roupas grudadas na pele.
·
Não use manteiga, pomada, creme dental ou
qualquer outro produto doméstico.
·
Não cubra a queimadura com algodão.
·
Se as roupas também estiverem em chamas, não
deixe a pessoa correr, de preferência role-a no chão.
Fonte: http://www.saude.sc.gov.br/hijg/queimados/queimados.htm
sábado, 4 de junho de 2016
Dia quatro de junho não é data para se comemorar. Absolutamente, não.
É um dia, isto sim, para refletirmos sobre algo terrível: a violência contra as crianças.
Quatro de junho, por conseguinte, foi escolhido para ser o Dia Internacional das Crianças Vítimas de Agressão.
Em todo o mundo ela acontece e, aqui, no Brasil, também. Infelizmente.
Mas é preciso ficarmos atentos para o significado dessa agressão e nos perguntarmos de que tipo de agressão, afinal, estamos falando. Somente da agressão física? Naturalmente que esta é a mais dolorosa do ponto de vista biológico, mas será ela a mais absurda?
Existem diversos níveis de agressão: a corporal, a psicológica, a social, a econômica... outros deve haver, com certeza, mas por ora fiquemos com esses.
VIOLÊNCIA CORPORAL
Segundo o Ministério da Saúde, a violência é a segunda principal causa de mortalidade global em nosso país e só fica atrás das mortes por doenças do aparelho circulatório. Os jovens são os mais atingidos. Além deles, a violência atinge ainda, em grau muito elevado, ascrianças e as mulheres.
Para esta situação contribuem diversos fatores, entre eles, a má distribuição de renda, a baixa escolaridade, o desemprego.
Na cidade de São Paulo, por exemplo, 64% das denúncias de agressão à criança tem origem em casa, de acordo com levantamento do SOS Criança (instituição estadual que recebe denúncias de agressão contra a criança e o adolescente).
Os episódios mais rotineiros são afogamento, espancamento, envenenamento, encarceramento, queimadura e abuso sexual.
Não é preciso ressaltar o quanto os casos de estupro, de clausura, prejudicam o desenvolvimento afetivo e psicológico da criança, sem falar naqueles que levam à morte ou a problemas físicos irreversíveis.
VIOLÊNCIA ECONÔMICO-SOCIAL
Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - Trabalho Infantil (PNAD/2001), realizada pelo IBGE, o trabalho infantil é exercido por cerca de 2,2 milhões de crianças brasileiras, entre 5 e 14 anos de idade.
A maioria dessas crianças vem de famílias de baixa renda e trabalha no setor agrícola.
Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontam que nos países em desenvolvimento mais de 250 milhões de crianças de 5 a 14 anos de idade trabalham.
A maioria delas (61%) vive na Ásia - um continente de grande densidade populacional - e em seguida vem a África, com 32%.
Porém, em termos relativos, é na África que a situação preocupa, pois em cada cinco crianças, duas trabalham.
Na Ásia, a proporção cai para a metade: de cada cinco crianças de 5 a 14 anos, uma trabalha.
Nas grandes cidades, muitas crianças são ambulantes, lavadoras e guardadoras de carros, engraxates etc., vivem de gorjetas, sem remuneração ou com, no máximo, um salário mínimo.
Esta situação as afasta da sala de aula e também das brincadeiras, jogos lúdicos fundamentais para um desenvolvimento psicológico saudável rumo à vida adulta.
Consequência da pobreza, uma vez que essas crianças necessitam trabalhar para ajudar no sustento familiar, o trabalho infantil é proibido pela Constituição Brasileira de 1988 e seu combate é considerado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) uma das prioridades dos países em desenvolvimento.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Atitudes como comer verduras, legumes e frutas diariamente; reduzir o consumo de sal, açúcar e gorduras; parar de fumar; praticar exercícios físicos por 30 minutos/dia e controlar o peso ajudam a prevenir o #diabetes.
quarta-feira, 9 de março de 2016
terça-feira, 8 de março de 2016
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
A sífilis congênita é a transmissão da doença de mãe para filho. A infecção é grave e pode causar má-formação do feto, aborto ou morte do bebê.
Por isso, é importante fazer o teste para detectar a sífilis durante o pré-natal e, quando o resultado é positivo, tratar corretamente a mulher e seu parceiro. Só assim se consegue evitar a transmissão da doença.
Acesso em: 29/02/2016
Por isso, é importante fazer o teste para detectar a sífilis durante o pré-natal e, quando o resultado é positivo, tratar corretamente a mulher e seu parceiro. Só assim se consegue evitar a transmissão da doença.
Acesso em: 29/02/2016
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
As aulas voltaram e você pode aproveitar para fazer algumas mudanças na merenda das crianças! Na hora de montar a lancheira dos pequenos, prefira colocar alimentos saudáveis como barrinhas de cereais, cookies e sanduíches com pães integrais recheados com proteínas magras como queijos, peito de peru e atum. Além disso, as frutas devem estar sempre presentes, pois são excelentes fontes de vitaminas e minerais. Com criatividade, é possível montar um lanche saudável e saboroso.
Acesso em: 24/02/2016
Acesso em: 24/02/2016
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Com a volta às aulas, escolher o sapato ou o tênis que a criança vai usar durante o ano é uma das coisas que merece mais atenção dos pais.
Saiba o porquê: http:// www.blog.saude.gov.br/ io7jab
Saiba o porquê: http://
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
A data foi instituída em 2005 pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) e tem como principal objetivo fazer com que o maior número de pessoas fale sobre a doença
Saiba mais: http://www.inca.gov.br/wcm/dmdc/2016/
Acessado: 04/02/2016
Saiba mais: http://www.inca.gov.br/wcm/dmdc/2016/
Acessado: 04/02/2016
E você? Já está prevenido? A camisinha é distribuída gratuitamente em toda a rede pública de saúde.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Curtir o carnaval pode, mas lembre-se de fazer a faxina em casa para evitar um problemão depois. #CombateAedes #ZikaZero #CombataDengue
terça-feira, 9 de junho de 2015
A maioria das pessoas já recebeu algumas doses de vacinas durante a vida. Desde crianças estamos acostumados com o ritual das gotinhas e agulhas e, embora nem sempre agradável, o fato é que são necessárias e são elas que promovem a imunização. Imunizar é tornar o organismo resistente e capaz de reagir à presença de certos agentes (doenças, venenos de animais e outros). Nós temos dois tipos de imunidade: a natural, desenvolvida pelo próprio organismo e que nos protege contra infecções e doenças, e a imunidade adquirida, aquela que o organismo desenvolve após receber vacinas e soros (imunização passiva).
A vacina é uma substância não reagente, geralmente feita do vírus da doença, morto ou inoculado, que é injetado no corpo humano ou de animais. O corpo não reconhece que o vírus está morto e vai fabricar substâncias que vão combatê-lo. Assim, quando o organismo estiver suscetível ao contágio da doença, ele já terá criado anticorpos para defendê-lo.
Primeira vacina
A vacina foi criada em 1876, por Edward Jenner. Ele injetou a secreção das fístulas (pus) de uma vaca com varíola em um menino. Semanas depois ele expôs a criança à varíola humana e ela não adoeceu. Daí o nome vacina, derivado da expressão latina materia vaccinia (substância que vem da vaca).
Disponível em: http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/pwdtcomemorativas/default.php?reg=41&p_secao=14 Acesso em: 08/06/2015.
segunda-feira, 8 de junho de 2015
O Teste do Pezinho é um dos exames mais importantes para detectar doenças, em recém-nascidos. Ele é realizado nos primeiros dias de vida do bebê e é capaz de detectar 46 diferentes disfunções. Desta forma, o diagnóstico precoce pode permitir o tratamento de diversas destas doenças e proporcionar melhor qualidade de vida ao bebê e sua família.
Segundo o Ministério da Saúde, "em sua versão mais simples, o teste do pezinho foi introduzido no Brasil na década de 70 para identificar duas doenças (chamadas pelos especialistas de "anomalias congênitas", porque se apresentam no nascimento): a fenilcetonúria e o hipotiroídismo congênito. Ambas, se não tratadas a tempo, podem levar à deficiência mental".
Também conhecido como triagem neonatal, o teste do pezinho é feito a partir de gotas de sangue colhidas do calcanhar do recém-nascido. É recomendado que este sangue seja coletado entre o 3º e o 7º dia de vida do bebê. Desde 1992, o teste se tornou obrigatório em todo o país e, em 2001, o Ministério da Saúde criou o Programa Nacional de Triagem Neonatal.
O Ministério da Saúde informa ainda que mais de 80% das crianças nascidas em território nacional passam pela triagem neonatal. O Dia Nacional do Teste do Pezinho é uma data com o objetivo de alertar a população para a importância de se realizar o exame de prevenção. Sua finalidade é impedir o desenvolvimento de doenças que se não tratadas, podem levar à deficiência intelectual e causar outros prejuízos à qualidade de vida das pessoas.
O teste realizado gratuitamente pelo SUS detecta 3 doenças:
Fenilcetonúria (freqüência 1 para 15.000) - doença hereditária causada pela ausência ou diminuição da atividade de uma enzima, fato que impede a metabolização adequada do aminoácido fenilalanina. Os altos níveis de fenilalanina não metabolizada causam alterações no sistema nervoso, levando à deficiência intelectual severa e irreversível nos casos não tratados.
Hipotireoidismo Congênito (freqüência de 1 para 4.000) - é uma doença causada pela falta ou produção deficiente da tiroxina, um hormônio da tireóide necessário para o desenvolvimento normal de todo o organismo, inclusive o cérebro. A falta da tiroxina traz consequências como deficiência intelectual grave e comprometimento do crescimento nos casos não tratados precocemente.
Anemia Falciforme (freqüência de 1 para 400 a 1 para 1.000) – é uma doença causada pela alteração estrutural na molécula de hemoglobina, uma proteína presente nos glóbulos vermelhos, responsável pelo transporte do oxigênio para os tecidos. Os indivíduos afetados apresentam complicações que podem afetar quase todos os órgãos e sistemas, sendo suscetíveis a anemia, infecções generalizadas, atraso no crescimento e dores.
Disponível em: http://www.endocrino.org.br/6-de-junho-e-dia-nacional-do-teste-do-pezinho/ Acesso em: 08/06/2015.
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Conceito
O tabagismo integra o grupo dos transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de substância psicoativa na Revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10, 1997) e é a maior causa isolada evitável de adoecimento e mortes precoces em todo o mundo. [1]
É reconhecido como uma doença epidêmica que causa dependência física, psicológica e comportamental semelhante ao que ocorre com o uso de outras drogas como álcool, cocaína e heroína. A dependência ocorre pela presença da nicotina nos produtos à base de tabaco. A dependência obriga os fumantes a inalarem mais de 4.720 substâncias tóxicas, como: monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído, acroleína, além de 43 substâncias cancerígenas, sendo as principais: arsênio, níquel, benzopireno, cádmio, chumbo, resíduos de agrotóxicos e substâncias radioativas. [2]
Algumas dessas substâncias tóxicas também são conhecidas como potenciais irritantes, pois produzem irritação nos olhos, no nariz e na garganta, além de paralisia nos cílios dos brônquios. Desse modo, o tabagismo é causa de aproximadamente 50 doenças, muitas delas incapacitantes e fatais, como câncer, doenças cardiovasculares e respiratórias crônicas.
A nicotina presente no cigarro, por exemplo, ao ser inalada produz alterações no Sistema Nervoso Central, modificando assim o estado emocional e comportamental dos indivíduos, da mesma forma como ocorre com a cocaína, heroína e álcool. Depois que a nicotina atinge o cérebro, entre 7 a 19 segundos, libera várias substâncias (neurotransmissores) que são responsáveis por estimular a sensação de prazer que o fumante tem ao fumar. Com a inalação contínua da nicotina, o cérebro se adapta e passa a precisar de doses cada vez maiores para manter o mesmo nível de satisfação que tinha no início. Esse efeito é chamado de "tolerância à droga". Com o passar do tempo, o fumante passa a ter necessidade de consumir cada vez mais cigarros. Com a dependência, cresce também o risco de se contrair doenças crônicas não transmissíveis, que podem levar à invalidez e à morte. [2]
No mercado nacional e internacional há uma variedade de produtos derivados de tabaco que podem ser usados de várias formas: fumado/inalado (cigarro, cachimbo, charuto, cigarro de bali ou Kreteks ou cigarro de cravo, cigarro de palha, cigarrilha, bidis, narguillé); aspirado (rapé); mascado (fumo-de-rolo, snuff); absorvido pela mucosa oral (snus). Todos contém nicotina, causam dependência e aumentam o risco de contrair doenças crônicas não transmissíveis. No Brasil, a forma predominante do uso do tabaco é o fumado. [3]
Magnitude
Segundo a Organização Mundial de Saúde o tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o mundo, sendo responsável por 63% dos óbitos relacionados às doenças crônicas não transmissíveis. Dessas, o tabagismo é responsável por 85% das mortes por doença pulmonar crônica (bronquite e enfisema), 30% por diversos tipos de câncer (pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, colo de útero, estômago e fígado), 25% por doença coronariana (angina e infarto) e 25% por doenças cerebrovasculares (acidente vascular cerebral). [4] Além de estar associado às doenças crônicas não transmissíveis, o tabagismo também é um fator importante de risco para o desenvolvimento de outras doenças, tais como - tuberculose, infecções respiratórias, úlcera gastrintestinal, impotência sexual, infertilidade em mulheres e homens, osteoporose, catarata, entre outras doenças.
O consumo de tabaco e seus derivados mata milhões de indivíduos a cada ano. Estima-se em 8 bilhões as mortes atribuídas ao tabaco para o ano de 2030, se nenhuma ação efetiva de controle do tabaco for implementada. [4]
No Brasil, como resultado das importantes ações de controle do tabaco desenvolvidas, a prevalência de tabagismo vem diminuindo ao longo dos anos. Em 1989 o percentual de fumantes de 18 anos ou mais no país era de 34,8%. Já em 2013, de acordo com pesquisa mais recente para essa mesma faixa etária em áreas urbanas e rurais, este número caiu para 14,7% (PNS, 20013). [5] Os resultados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar do IBGE (2012) mostraram que 29,8% dos estudantes brasileiros que frequentavam o 9º ano do Ensino Fundamental informaram que pelo menos um dos seus responsáveis era fumante. [6] Nos jovens, a última pesquisa realizada em 17 cidades brasileiras demonstrou que a prevalência de estudantes que fumavam regularmente foi muito similar à encontrada nos adultos (VIGESCOLA 2002-2009). [7]
Referências
[1] BRASIL. Décima Revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10 - 1997).
Disponível em: http://www.datasus.gov.br/cid10/V2008/WebHelp/cid10.htm. Acesso em: 31/10/2013.
Disponível em: http://www.datasus.gov.br/cid10/V2008/WebHelp/cid10.htm. Acesso em: 31/10/2013.
[2] ROSEMBERG, José. Nicotina: droga universal. Monografia. Produção Independente. São Paulo: 2004.
[3] BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Derivados do tabaco. Assuntos de interesse. Danos a saúde.
Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/wps/content/Anvisa+Portal/Anvisa/Inicio/Derivados+do+Tab...Acesso em: 25/10/2013.
Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/wps/content/Anvisa+Portal/Anvisa/Inicio/Derivados+do+Tab...Acesso em: 25/10/2013.
[4] WORLD HEALTH ORGANIZATION. Tobacco.
Disponível em: http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs339/es/index.html Acesso em: 17/10/2013.
Disponível em: http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs339/es/index.html Acesso em: 17/10/2013.
[5] BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa Nacional de Saúde. Rio de Janeiro: IBGE, 2014.
[6] BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Coordenação de Indicadores Sociais. Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar. Rio de Janeiro: IBGE, 2012.
[7] BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Vigilância de Tabagismo em Escolares: VIGESCOLA 2002-2009.
Disponível em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/acoes_programas/site/home/nobrasil/programa-nacional-controle-tabagismo/tabagismo Acesso em: 01/06/2015.
sexta-feira, 29 de maio de 2015
Durante o rigoroso inverno de 1983, quando a temperatura chegava aos 20 graus negativos, o prefeito de uma cidade canadense sugeriu uma ação que necessitava da colaboração de todos. Ele propôs que, às 15h de determinado dia, todos apagassem as luzes, saíssem de casa e caminhassem durante 15 minutos ao redor do quarteirão mais próximo. Era um convite ao exercício do corpo. Além de estimular a realização de atividade física, a iniciativa ocasionou a economia de energia elétrica, que pôde ser calculada pelo número de pessoas envolvidas na atividade.
No ano seguinte, a experiência foi compartilhada com a cidade vizinha e ambas realizaram a caminhada juntas, na mesma data e horário. Estava lançado o espírito que definiria o programa do Dia do Desafio, que tem a proposta de despertar o interesse pela prática de esportes e atividades físicas, por meio de uma competição amigável entre cidades. A competição é apenas estímulo à participação, o objetivo principal é a conscientização em massa da população, da importância, dos benefícios e de como é simples praticar atividades físicas regularmente. Quem sai ganhando são os envolvidos, que exercitam a integração social, a criatividade, a liderança e o espírito comunitário.
A ideia teve sequencia e o Dia do Desafio passou a ser realizado todos os anos na última quarta-feira do mês de maio, em todo o mundo, e cresce em número de cidades e em total de participantes. O Sesc em São Paulo realizou o evento no Brasil pela primeira vez em 1995, em parceria com a The Association for International Sport for All(TAFISA). No mesmo ano, Pelé (então Ministro extraordinário do Esporte) participou do lançamento, afirmando "incentivar todos os brasileiros a praticar esportes.
No ano 2000, o Sesc SP assume a coordenação do Dia do Desafio no Continente Americano. Além da disputa tradicional, as cidades brasileiras estabeleceram desafios prévios com cidades de outros continentes.
O Dia do Desafio é uma iniciativa da UNESCO e da TAFISA - The Association for International Sport for All - e conta com o apoio da ISCA - International Sport and Culture Association. É um movimento comunitário que envolve poderes públicos, instituições privadas e cidadãos.
Em 2007, ano de realização dos jogos Pan-Americanos, o Sesc Rio realizou o Dia do Desafio - Challenge Day - pela primeira vez na história do evento, com todas as 92 cidades do Estado, uma adesão pioneira: o Rio é o primeiro Estado da Federação a ter 100% de seus municípios no evento.
Em 2015, o Dia do Desafio acontecerá em sua 21ª edição, e desde 2013 tornou-se uma das ações da campanha MOVE Brasil, que pretende ampliar o número de praticantes de esportes e atividades físicas no país até o ano de 2016.
No Dia do Desafio, todos os participantes são considerados vencedores. Afinal, além de exercitarem o corpo, praticam a integração social, a criatividade, a liderança e o espírito comunitário. Porém há uma disputa saudável entre cidades de mesmo porte populacional e o município vencedor será aquele que mobilizar a maior porcentagem de pessoas em relação ao seu número de habitantes.
Disponível em : http://www.sescrio.org.br/diadodesafio Acessado em: 26/05/2015.
quarta-feira, 27 de maio de 2015
quinta-feira, 21 de maio de 2015
terça-feira, 19 de maio de 2015
sábado, 9 de maio de 2015
O Dia D da Campanha de vacinação contra a Influenza ocorre neste sábado (9) em todo o Estado do Rio de Janeiro.
Vacinação
Vacinação contra influenza é a intervenção mais importante na redução do impacto da influenza e é uma componente chave da preparação e resposta da OMS para controlar a circulação de amostras de vírus influenza sazonal.
A constante mudança dos vírus influenza requer um monitoramento global e frequente reformulação da vacina contra influenza.
Anualmente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) convoca duas consultas técnicas, em fevereiro e setembro, para recomendação das amostras vacinais candidatas que irão compor as vacinas contra influenza sazonal dos hemisférios norte e sul. Uma amostra vacinal candidata é um vírus influenza que o CDC (ou um dos Centros Colaboradores da OMS) seleciona e prepara para uso na produção de vacinas. Amostras vacinais candidatas são tipicamente escolhidas com base na similaridade com os vírus influenza que estão se disseminando e causando infecções em humanos, assim como na sua habilidade de multiplicação em ovos de galinha, onde os vírus vacinais são cultivados.
Devido a essa mudança dos vírus influenza, é necessário se vacinar anualmente contra influenza. Todo ano, o Ministério da Saúde realiza a Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza, onde grupos prioritários podem receber gratuitamente a vacinação nos postos de saúde.
Os grupos prioritários a serem vacinados de acordo com recomendações do Ministério da Saúde são:
- Crianças de 6 meses a menores de 5 anos;
- Gestantes;
- Puérperas;
- Trabalhador de saúde;
- Povos indígenas;
- Indivíduos com 60 anos ou mais de idade;
- População privada de liberdade;
- Funcionários do sistema prisional;
- Pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis;
- Pessoas portadoras de outras condições clínicas especiais (doença respiratória crônica, doença cardíaca crônica, doença renal crônica, doença hepática crônica, doença neurológica crônica, diabetes, imunossupressão, obesos, transplantados e portadores de trissomias).
fonte: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/416-secretaria-svs/vigilancia-de-a-a-z/influenza/l2-influenza/10959-vacinacao-influenza

















































