segunda-feira, 27 de abril de 2015
No dia 26 de abril é comemorado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial. De acordo com dados estatísticos publicados recentemente, cerca de 23% da população brasileira é hipertensa. Segundo o Caderno de Atenção Básica do Ministério da Saúde, a hipertensão afeta de 11 a 20% da população adulta com mais de 20 anos.
A pressão arterial é a força que o sangue exerce na parede das artérias, quando essa força está aumentada, as artérias oferecem resistência para a passagem do sangue sendo denominada Hipertensão Arterial. Ela acontece quando os valores das pressões máxima e mínima são iguais ou ultrapassam os 140/90 mmHg (ou 14 por 9).
Os fatores de risco para Hipertensão Arterial são:
· Hábitos alimentares irregulares com elevado consumo de sal e produtos industrializados;
· Sobrepeso e obesidade que aceleraram em até 10 anos o aparecimento da hipertensão;
· Tabagismo;
· Hereditariedade: quem tem o pai ou a mãe com hipertensão tem 30% de chances de se tornar hipertenso. Se a herança é bilateral, o risco da hipertensão aumenta para até 50%. Neste caso, quem é filho de hipertensos deve fazer avaliações médicas periódicas;
· Diabetes;
· Envelhecimento.
Quando a pressão está em 12 por 8 ou menos, tudo funciona bem, mas quando a pressão está continuamente aumentada, alguns órgãos importantes como o coração, o cérebro, os rins, os olhos e as próprias artérias, entre outros, sofrem maior desgaste e podem surgir doenças. Quando a pressão está acima de 14 por 9, os médicos diagnosticam a hipertensão arterial. Valores entre 12 por 8 e 14 por 9 são chamados de pré-hipertensão ou pressão limítrofe, já requerendo cuidados como controle do peso e do estresse, redução do sal na alimentação, abandono do sedentarismo e, em muitos casos, uso de medicamentos.
A maioria dos hipertensos não apresenta qualquer sintoma ou sinal referente à hipertensão. Sintomas como dor de cabeça, dor na nuca, enjoos, tonturas e falta de ar podem estar associados à hipertensão, mas não são específicos da doença. Muitas vezes, os sintomas surgem quando a hipertensão já causou danos aos órgãos. Por isso, é importante tratar a hipertensão mesmo sem sintomas.
O exercício físico faz parte do tratamento da hipertensão. Os melhores exercícios são os aeróbios como caminhados, corridas, ciclismo ou natação. A intensidade do treinamento deve ser orientada individualmente. O importante é acumular pelo menos 30 minutos de exercícios ao dia.
As adequações do estilo de vida são tão importantes quanto o uso de medicações. Embora, seja difícil modificar hábitos de vida, uma cuidadosa atenção às recomendações de reduzir o consumo diário de sal na alimentação, abandonar o sedentarismo, realizar atividades físicas programadas, o alcance do peso ideal e a adoção de uma alimentação equilibrada podem ser fundamentais. Dietas com maior consumo de vegetais e ricas em potássio, magnésio e cálcio, não são difíceis de serem seguidas. Elas reduzem significativamente a pressão e atenuam ou eliminam a necessidade de medicamentos.
A Hipertensão Arterial aumenta as chances de ocorrência de infarto do coração, Acidente Vascular Cerebral, Insuficiência Cardíaca e Renal, Impotência Sexual, além de outras complicações que alteram significantemente a qualidade de vida. Além disso, um hipertenso que não se trata tem, segundo a Organização Mundial de Saúde, uma redução na expectativa de vida de até 16,5 anos. O tratamento previne as complicações da doença, mas é importante que o tratamento seja feito de forma contínua, sem interrupções. Também é importante a realização de consultas médicas periódicas, pois podem ser necessários ajustes na medicação.
segunda-feira, 30 de março de 2015
O Dia Mundial da Tuberculose foi lançado, em 1982, pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela União Internacional Contra Tuberculose e Doenças Pulmonares.
A data foi uma homenagem aos 100 anos do anúncio do descobrimento do bacilo causador da tuberculose, ocorrida em 24 de março de 1882, pelo médico Robert Koch. Este foi um grande passo na luta pelo controle e eliminação da doença que, na época, vitimou grande parcela da população mundial e hoje persiste com 8 milhões de doentes e 3 milhões de mortes anuais.
No Brasil, são 50 milhões de infectados e uma média anual de aproximadamente 100 mil casos novos e 6 mil óbitos pela enfermidade. Cada paciente pulmonar bacilífero (BK+), se não tratado, pode infectar em média 10 a 15 pessoas por ano. A tuberculose infecta pessoas em todos os países do mundo, tanto ricos como pobres. Contudo, a pobreza, desnutrição, más condições sanitárias e alta densidade populacional são fatores que contribuem para a disseminação da doença.
Nos últimos anos, o Brasil e o mundo vêm ampliando esforços para o controle da tuberculose, que continua sendo um grande problema de saúde pública, essencialmente em função do aparecimento da Aids, do aumento do processo migratório e da pobreza. Os índices da doença, que diminuíam gradativamente na década de 80, voltaram a crescer nos anos 90, associados ao também risco de aparecimento de bacilos resistentes.
SINTOMAS
Emagrecimento, canseira, febre baixa no final do dia, suor à noite e tosse com expectoração são os sintomas da Tuberculose. Podem também existir gânglios no pescoço. A Tuberculose não pode ser detectada somente por um exame físico. Se confundida com uma gripe, por exemplo, vai evoluir durante 3 a 4 meses sem que a pessoa infectada saiba, ao mesmo tempo em que transmite a doença para outras pessoas
Fonte: Pneumologia Sanitária do Ministério da Saúde
A data foi uma homenagem aos 100 anos do anúncio do descobrimento do bacilo causador da tuberculose, ocorrida em 24 de março de 1882, pelo médico Robert Koch. Este foi um grande passo na luta pelo controle e eliminação da doença que, na época, vitimou grande parcela da população mundial e hoje persiste com 8 milhões de doentes e 3 milhões de mortes anuais.
No Brasil, são 50 milhões de infectados e uma média anual de aproximadamente 100 mil casos novos e 6 mil óbitos pela enfermidade. Cada paciente pulmonar bacilífero (BK+), se não tratado, pode infectar em média 10 a 15 pessoas por ano. A tuberculose infecta pessoas em todos os países do mundo, tanto ricos como pobres. Contudo, a pobreza, desnutrição, más condições sanitárias e alta densidade populacional são fatores que contribuem para a disseminação da doença.
Nos últimos anos, o Brasil e o mundo vêm ampliando esforços para o controle da tuberculose, que continua sendo um grande problema de saúde pública, essencialmente em função do aparecimento da Aids, do aumento do processo migratório e da pobreza. Os índices da doença, que diminuíam gradativamente na década de 80, voltaram a crescer nos anos 90, associados ao também risco de aparecimento de bacilos resistentes.
SINTOMAS
Emagrecimento, canseira, febre baixa no final do dia, suor à noite e tosse com expectoração são os sintomas da Tuberculose. Podem também existir gânglios no pescoço. A Tuberculose não pode ser detectada somente por um exame físico. Se confundida com uma gripe, por exemplo, vai evoluir durante 3 a 4 meses sem que a pessoa infectada saiba, ao mesmo tempo em que transmite a doença para outras pessoas
Fonte: Pneumologia Sanitária do Ministério da Saúde
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Aconteceu no último dia 09/10 uma ação para conscientizar as crianças da E.M. Alberto Nepomuceno sobre os males causados pelo fumo, a ação foi realizada pela equipe de saúde bucal do CMS Vila São Jorge.
O tabagismo é uma das principais causas de morte no
Brasil e no mundo. Estima-se que no país ocorram 200 mil falecimentos por ano,
em consequência do cigarro.
Os males causados pelo hábito de fumar incluem câncer de
pulmão, doença coronariana, doença pulmonar obstrutiva crônica, e doença
cérebro-vascular. Outras doenças que também estão relacionadas ao uso do
cigarro são aneurisma arterial, trombose vascular, úlcera do aparelho
digestivo, infecções respiratórias e impotência sexual no homem.
Uma pesquisa realizada entre 2002 e 2003 com pessoas de
15 anos ou mais, em 15 capitais brasileiras, mostrou que Porto Alegre tem o
maior índice de fumantes do país.
Mesmo assim, o consumo tem se mantido estável. Isto
porque o cigarro causa dependência química, o que torna difícil para o fumante
abandonar o hábito. No cigarro, assim como em todos os outros derivados do
tabaco, a nicotina faz o papel de vilã. Esta droga é uma substância psicoativa,
ou seja, produz sensação de prazer, o que pode induzir o abuso e a dependência.
Com o tempo, o fumante necessita de cada vez mais doses
da substância para proporcionar aquela sensação inicial de prazer. O aumento no
consumo agrava a dependência, o que aumenta as possibilidades de se contrair
doenças debilitantes, que podem levar à invalidez e à morte.
Mas parar de fumar não é impossível. Confira aqui as
dicas do Ministério da Saúde para se livrar deste vício e levar uma vida muito
mais saudável!
Parada Imediata
Você marca uma data e nesse dia não fumará mais nenhum
cigarro. Esta deve ser sempre sua primeira opção.
Parada Gradual
Você pode utilizar este método de duas formas:
Reduzindo o número de cigarros. Por exemplo: Um fumante
de 30 cigarros por dia, no primeiro dia fuma os 30 cigarros usuais.
no segundo -
25
no terceiro -
20
no quarto -
15
no quinto -
10
no sexto - 5
O sétimo dia
seria a data para deixar de fumar e o primeiro dia sem cigarros.
Retardando a hora do primeiro cigarro
Por exemplo:
no primeiro dia você começa a fumar às 9 horas,
no segundo às
11 horas,
no terceiro
às 13 horas,
no quarto às
15 horas,
no quinto às
17 horas,
no sexto às
19 horas,
no sétimo dia
seria a data para deixar de fumar e o primeiro dia sem cigarros
A estratégia gradual não deve gastar mais de duas semanas
para ser colocada em prática, pois pode se tornar uma forma de adiar, e não de
parar de fumar. O mais importante é marcar uma data-alvo para que seja seu
primeiro dia de ex-fumante. Lembre-se também que fumar cigarros de baixos
teores não é uma boa alternativa. Todos os tipos de derivados do tabaco
(cigarros, charutos, cachimbos, cigarros de Bali, etc) fazem mal à saúde.
Caso não consiga parar de fumar sozinho, procure
orientação médica. Cuidado com os métodos milagrosos para deixar de fumar.
Fontes:
Ministério da Saúde
INCA - Instituto Nacional do Câncer
www1.portoweb.com.br
Dr.Drauzio
Varella






































